Noite escura
De pensamentos negros
A luz não se projeta
Pois não há
O que se resume é a dor
A falta de cor e brilho
O contraste dos olhos vivos
No espelho o negrume que a alma reluz
O peso nos ombros sentido
Demostram a preocupação daquilo pensado
Pensamento correu em busca de luz
A atitude pequena não foi vista
Inexistente no contexto
Então só resta ao tranzeunte
Deste mundo
Adormecer sem sentido
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Aqui, Ali e Lá
Aqui onde a matéria se expõe
As verdades intrinsecas
Não se tornam tão expostas
Aqui onde as dúvidas correm e recorrem
Sem saber que o que fazemos já está pronto
Ali onde a Verdade está
Aqui Ela está, mas não a reconhecemos
Facilmente aqui nos perdemos
Caminhos são muitos mas ali está o mais certo possível
Aqui nada se edita
Solidifica-se tornando matéria inerente
Trazendo o mais puro
Para aqueles que não conseguem expressar
Pois Aquilo que Ali reside e Aqui se manisfesta
Só pode ser encontrado Lá
Onde por si mesmo você precisa encontrar
As verdades intrinsecas
Não se tornam tão expostas
Aqui onde as dúvidas correm e recorrem
Sem saber que o que fazemos já está pronto
Ali onde a Verdade está
Aqui Ela está, mas não a reconhecemos
Facilmente aqui nos perdemos
Caminhos são muitos mas ali está o mais certo possível
Aqui nada se edita
Solidifica-se tornando matéria inerente
Trazendo o mais puro
Para aqueles que não conseguem expressar
Pois Aquilo que Ali reside e Aqui se manisfesta
Só pode ser encontrado Lá
Onde por si mesmo você precisa encontrar
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Luzes
Ali onde as luzes piscam
Clareando o tempo
Mostrando aos espectadores
Que o resurgimento das vontades
Presentes ainda mais fortes
Motivados por força nova
Espírito puro
As cores tomando seus sentidos figurativos
Assim a felicidade e companherismo
Que une e entrelaça os pensares
Com seus tons de paz, amor e por fim felicidade
Explode-se o ar contraído em um recipiente
Transparente que transmite apenas o tom do líquido
Que ao ser brindado borbulha a alegria
De mais um reveillon
Clareando o tempo
Mostrando aos espectadores
Que o resurgimento das vontades
Presentes ainda mais fortes
Motivados por força nova
Espírito puro
As cores tomando seus sentidos figurativos
Assim a felicidade e companherismo
Que une e entrelaça os pensares
Com seus tons de paz, amor e por fim felicidade
Explode-se o ar contraído em um recipiente
Transparente que transmite apenas o tom do líquido
Que ao ser brindado borbulha a alegria
De mais um reveillon
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
As trovoadas lá fora clareiam
A face pálida e gélida da menina
Que em um dia quente vê os sofismos
As pessoas que se escondem por trás de mentiras
E se fazem parecer a mais pura e bela realidade
Pureza não precisa de destreza para ser
Apenas se faz e vive aquilo que é
A chuva começa a cair ao mesmo instante
Que nos olhos uma lágrima se faz surgir
Mas logo desaparece, pois impurezas não são perenes
E em breve o calor da alma
(Mesmo em seus átrios mais escondidos)
Estará e permanecerá vivo.
A face pálida e gélida da menina
Que em um dia quente vê os sofismos
As pessoas que se escondem por trás de mentiras
E se fazem parecer a mais pura e bela realidade
Pureza não precisa de destreza para ser
Apenas se faz e vive aquilo que é
A chuva começa a cair ao mesmo instante
Que nos olhos uma lágrima se faz surgir
Mas logo desaparece, pois impurezas não são perenes
E em breve o calor da alma
(Mesmo em seus átrios mais escondidos)
Estará e permanecerá vivo.
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Momento
Trindade quaternaria que em tudo se configura
Traçando aquelas linhas imaginárias de fios que se cruzam
Nada os impede de se entrelaçar
Na sua sintonia e pulsar
A energia necessária por eles correm
Iluminando aqueles que agora dormem
Nesta Ligação a comunicação não é necessária
Apenas o deleite do momento que inspira
E posso agora respirar aliviada
Pois a palavra guia é LUZ
Traçando aquelas linhas imaginárias de fios que se cruzam
Nada os impede de se entrelaçar
Na sua sintonia e pulsar
A energia necessária por eles correm
Iluminando aqueles que agora dormem
Nesta Ligação a comunicação não é necessária
Apenas o deleite do momento que inspira
E posso agora respirar aliviada
Pois a palavra guia é LUZ
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
domingo, 9 de outubro de 2011
....
Os saberes que não são mais necessários,
As visões que um dia passaram,
Não fazem o menor sentido agora
Que a plenitude se instalou.
Conhecimentos se transfiguram,
Em momentos que passam
Como o vento de uma tempestade,
Tortuosa e temida,
Com seus ensurdecedores ruídos
Que fazem da poesia ainda mais bela
Sua força chamada de vital
É s o que manifesta os sentidos
Assim como os trovões a voltarem pro céu
É a alma daqueles que sabem
E conhecem o Eu intrínsico
Que se faz puro e forte
Saberes não são necessários
Pois a sintonia é plena
E linguagem não se faz preciosa.
As visões que um dia passaram,
Não fazem o menor sentido agora
Que a plenitude se instalou.
Conhecimentos se transfiguram,
Em momentos que passam
Como o vento de uma tempestade,
Tortuosa e temida,
Com seus ensurdecedores ruídos
Que fazem da poesia ainda mais bela
Sua força chamada de vital
É s o que manifesta os sentidos
Assim como os trovões a voltarem pro céu
É a alma daqueles que sabem
E conhecem o Eu intrínsico
Que se faz puro e forte
Saberes não são necessários
Pois a sintonia é plena
E linguagem não se faz preciosa.
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