quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Agora

Com os pés presos neste mundo
Onde a luz se vai a cada anoitecer
Trazendo aos olhos o infinito de fora
O que algum dia foi ou que ainda é
Olhamos para o alto e vemos o passado
Olhamos o espelho e enxergamos o presente
Fechamos os olhos e nos sonhos vemos
Aquele nosso tão esperado futuro
Que nos remete a questões que não nos são competentes
Trazendo os insides necessários para a humanidade ser

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

De noite

Noite escura
De pensamentos negros
A luz não se projeta
Pois não há
O que se resume é a dor
A falta de cor e brilho
O contraste dos olhos vivos
No espelho o negrume que a alma reluz
O peso nos ombros sentido
Demostram a preocupação daquilo pensado
Pensamento correu em busca de luz
A atitude pequena não foi vista
Inexistente no contexto
Então só resta ao tranzeunte
Deste mundo
Adormecer sem sentido

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Aqui, Ali e Lá

Aqui onde a matéria se expõe
As verdades intrinsecas
Não se tornam tão expostas
Aqui onde as dúvidas correm e recorrem
Sem saber que o que fazemos já está pronto
Ali onde a Verdade está
Aqui Ela está, mas não a reconhecemos
Facilmente aqui nos perdemos
Caminhos são muitos mas ali está o mais certo possível
Aqui nada se edita
Solidifica-se tornando matéria inerente
Trazendo o mais puro
Para aqueles que não conseguem expressar
Pois Aquilo que Ali reside e Aqui se manisfesta
Só pode ser encontrado Lá
Onde por si mesmo você precisa encontrar

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Luzes

Ali onde as luzes piscam
Clareando o tempo
Mostrando aos espectadores
Que o resurgimento das vontades
Presentes ainda mais fortes
Motivados por força nova
Espírito puro
As cores tomando seus sentidos figurativos
Assim a felicidade e companherismo
Que une e entrelaça os pensares
Com seus tons de paz, amor e por fim felicidade
Explode-se o ar contraído em um recipiente
Transparente que transmite apenas o tom do líquido
Que ao ser brindado borbulha a alegria
De mais um reveillon

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

As trovoadas lá fora clareiam
A face pálida e gélida da menina
Que em um dia quente vê os sofismos
As pessoas que se escondem por trás de mentiras
E se fazem parecer a mais pura e bela realidade
Pureza não precisa de destreza para ser
Apenas se faz e vive aquilo que é

A chuva começa a cair ao mesmo instante
Que nos olhos uma lágrima se faz surgir
Mas logo desaparece, pois impurezas não são perenes
E em breve o calor da alma
(Mesmo em seus átrios mais escondidos)
Estará e permanecerá vivo.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Momento

Trindade quaternaria que em tudo se configura
Traçando aquelas linhas imaginárias de fios que se cruzam
Nada os impede de se entrelaçar
Na sua sintonia e pulsar
A energia necessária por eles correm
Iluminando aqueles que agora dormem
Nesta Ligação a comunicação não é necessária
Apenas o deleite do momento que inspira
E posso agora respirar aliviada
Pois a palavra guia é LUZ

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Transfiguram-se os desejos
São vários os pensamentos que se configuram
Naquilo que de mais puro suspiro
Malícias de ensejos não me retém
Apenas aqueles que a mim convém
E que em todos vê ninguém
Na Rima que não se tem
A pouco provém
Mais um chega ao fim sem porém