terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Luzes

Ali onde as luzes piscam
Clareando o tempo
Mostrando aos espectadores
Que o resurgimento das vontades
Presentes ainda mais fortes
Motivados por força nova
Espírito puro
As cores tomando seus sentidos figurativos
Assim a felicidade e companherismo
Que une e entrelaça os pensares
Com seus tons de paz, amor e por fim felicidade
Explode-se o ar contraído em um recipiente
Transparente que transmite apenas o tom do líquido
Que ao ser brindado borbulha a alegria
De mais um reveillon

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

As trovoadas lá fora clareiam
A face pálida e gélida da menina
Que em um dia quente vê os sofismos
As pessoas que se escondem por trás de mentiras
E se fazem parecer a mais pura e bela realidade
Pureza não precisa de destreza para ser
Apenas se faz e vive aquilo que é

A chuva começa a cair ao mesmo instante
Que nos olhos uma lágrima se faz surgir
Mas logo desaparece, pois impurezas não são perenes
E em breve o calor da alma
(Mesmo em seus átrios mais escondidos)
Estará e permanecerá vivo.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Momento

Trindade quaternaria que em tudo se configura
Traçando aquelas linhas imaginárias de fios que se cruzam
Nada os impede de se entrelaçar
Na sua sintonia e pulsar
A energia necessária por eles correm
Iluminando aqueles que agora dormem
Nesta Ligação a comunicação não é necessária
Apenas o deleite do momento que inspira
E posso agora respirar aliviada
Pois a palavra guia é LUZ

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Transfiguram-se os desejos
São vários os pensamentos que se configuram
Naquilo que de mais puro suspiro
Malícias de ensejos não me retém
Apenas aqueles que a mim convém
E que em todos vê ninguém
Na Rima que não se tem
A pouco provém
Mais um chega ao fim sem porém

domingo, 9 de outubro de 2011

....

Os saberes que não são mais necessários,
As visões que um dia passaram,
Não fazem o menor sentido agora
Que a plenitude se instalou.
Conhecimentos se transfiguram,
Em momentos que passam
Como o vento de uma tempestade,
Tortuosa e temida,
Com seus ensurdecedores ruídos
Que fazem da poesia ainda mais bela
Sua força chamada de vital
É s o que manifesta os sentidos
Assim como os trovões a voltarem pro céu
É a alma daqueles que sabem
E conhecem o Eu intrínsico
Que se faz puro e forte
Saberes não são necessários
Pois a sintonia é plena
E linguagem não se faz preciosa.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Na fraqueza é que se encontra a fortaleza
Quando o ego é banhado pelas lagrimas
O que se te de mais puro transborda
Os sentires afloram
Quem fala é a alma inquieta
Que tantas vezes fingimos não escutar
E sempre nos ajudando a enxergar
Aquilo que naquele momento nos parecia
Apenas um emaranhado de laços
Infinitamente com seus nós sem fim
E neste ultimo suspiro
A radiante luz brilha em forma de sorriso
E ilumina novamente aquilo que era treva.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Trindade

O que é externado
Não chega a ser um quarto
Daquilo que em um abraço quero expressar
A união trina
Que em mim habita
E se equilibra
Numa balança sem pesos
Pois a unidade já se transubstanciou
E hoje o que sou
Não chega aos pes donde quero chegar
Mas ao me limitar
Naquilo que não é linear
Mas sim o puro pulsar
Desta trindade
Em que essência, prazer e conhecimento
Se contemplam e não medem forças
Pois infinitas são suas energias
Que em nada se pode medir
Mas que em tudo dá sentido
Apenas sentir e consentir
Que devem ser doados inteiramente
Aos que esses dons merecerem