Sigo por todos os lugares,
procurando a essêcia que sou.
Trajeto incerto que percorro,
mas sei pra onde vou.
Caminho pelos passos que me guiam,
e some meu eu, evaporou.
Saio da nuvens do desasossego,
me deixo e encontro aquilo que verdadeiramente sou.
quinta-feira, 24 de abril de 2014
segunda-feira, 21 de abril de 2014
Aguentaria ?
Por que não me aguentaria
se meu verbo não é estático e
nem parasita do mundo que me rodeia?
Por que não me aguentaria
se minha voz sempre cala minha euforia
desmedida de meus propósitos humanos?
Por que não me aguentaria
se sou todo espectro e manifesto
de outra terra?
Por que não me aguentaria
por saber que aqui não vim ficar
e, logo, vou sair pra não mais voltar?
se meu verbo não é estático e
nem parasita do mundo que me rodeia?
Por que não me aguentaria
se minha voz sempre cala minha euforia
desmedida de meus propósitos humanos?
Por que não me aguentaria
se sou todo espectro e manifesto
de outra terra?
Por que não me aguentaria
por saber que aqui não vim ficar
e, logo, vou sair pra não mais voltar?
quinta-feira, 17 de abril de 2014
sábado, 12 de abril de 2014
Me
Me fui por tantos lugares.
Me fiz em tantas tiragens.
Me refiz nos meus versos.
E acabei sendo a minha poesia.
Me fiz em tantas tiragens.
Me refiz nos meus versos.
E acabei sendo a minha poesia.
Sei lá
Me amparo naquela Luz
que guia os caminhos controversos de outrora.
Conto ou versos maneiras distintas da mesma manifestação
indiscriminável e eterna.
Canto o verso por assim me fazer feliz e transitar entre
a chuva e os trovões que hoje me cercam.
Formam-se os versos quando os verbos
são concretos e as imagens ainda não.
que guia os caminhos controversos de outrora.
Conto ou versos maneiras distintas da mesma manifestação
indiscriminável e eterna.
Canto o verso por assim me fazer feliz e transitar entre
a chuva e os trovões que hoje me cercam.
Formam-se os versos quando os verbos
são concretos e as imagens ainda não.
quarta-feira, 9 de abril de 2014
Nova Curitiba
No trânsito inconcert
Da metrópole em desenvolvimento,
Envolvo-me nesse descompasso frenético
De rapidez e mediocridade
Que se tornou a tão bela Curitiba
De anos atrás.
Vejo as vias, paradas, em rápidas
A chuva fina enerva os desavisados
Que em todos os dias nublados
Se esquecem da possibilidade
De água cair do céu e inundar
As vielas que passam
Trazendo assim o transtorno do novo dia.
Faz-se o inimaginável a este povo,
Traz-se a má educação dos estrangeiros,
O tempero podre da pressa
Que ao se chegar à estação tubo
Saem degladiando-se os que descem e os que sobem.
A educação ficou em casa neste dia de chuva
Junto com o bom senso fazendo companhia.
Da metrópole em desenvolvimento,
Envolvo-me nesse descompasso frenético
De rapidez e mediocridade
Que se tornou a tão bela Curitiba
De anos atrás.
Vejo as vias, paradas, em rápidas
A chuva fina enerva os desavisados
Que em todos os dias nublados
Se esquecem da possibilidade
De água cair do céu e inundar
As vielas que passam
Trazendo assim o transtorno do novo dia.
Faz-se o inimaginável a este povo,
Traz-se a má educação dos estrangeiros,
O tempero podre da pressa
Que ao se chegar à estação tubo
Saem degladiando-se os que descem e os que sobem.
A educação ficou em casa neste dia de chuva
Junto com o bom senso fazendo companhia.
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