No trânsito inconcert
Da metrópole em desenvolvimento,
Envolvo-me nesse descompasso frenético
De rapidez e mediocridade
Que se tornou a tão bela Curitiba
De anos atrás.
Vejo as vias, paradas, em rápidas
A chuva fina enerva os desavisados
Que em todos os dias nublados
Se esquecem da possibilidade
De água cair do céu e inundar
As vielas que passam
Trazendo assim o transtorno do novo dia.
Faz-se o inimaginável a este povo,
Traz-se a má educação dos estrangeiros,
O tempero podre da pressa
Que ao se chegar à estação tubo
Saem degladiando-se os que descem e os que sobem.
A educação ficou em casa neste dia de chuva
Junto com o bom senso fazendo companhia.
quarta-feira, 9 de abril de 2014
sexta-feira, 7 de março de 2014
Estandarte de pedra,
Força da Criação.
Nasceu no momento exato,
Brilho e Salvação.
Nunca uma rima concreta,
Apenas a presente sensação,
de um incandescer numa reta
e viver em um turbilhão.
Passando desapercebida a seta,
que me leva ao teu coração.
E canto sem rima ou sem métrica,
para passar na oração.
Sublime limear do profeta,
que que encena a sua missão.
Aos ouvintes promeve a dialética
Sem causar confusão.
Aos que compreendem o seu recado
Só resta viver a oração.
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
Já quase na hora de voltar
Conto os meus causos aos que ousarem ficar.
Tragos as timas em minhas narinas ensanguentadas
do Fel de um pulsar.
Pulsa e não sem sentido
no seus passos largos a andarilhar.
Senta na alma imunda que insiste em gusrdar.
Vocifera aos quatro cantos que não aguenta mais esperar.
E morre no desencanto de nunca ter sabido amar.
Conto os meus causos aos que ousarem ficar.
Tragos as timas em minhas narinas ensanguentadas
do Fel de um pulsar.
Pulsa e não sem sentido
no seus passos largos a andarilhar.
Senta na alma imunda que insiste em gusrdar.
Vocifera aos quatro cantos que não aguenta mais esperar.
E morre no desencanto de nunca ter sabido amar.
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
Reporto
Passo desapercebida diante dos vários olhos que passam
sem ver qual é o verbo que os guia e não se manifesta.
nas ruas, miseras ruas, da cidade sorriso que já banguela
das bofetadas e batidas de corações pedra hoje perde seu brilho
por não ver o doce sorriso ainda que sem dentes mas manifesto
de seu riso perfeito de dia ensolarado.
sem ver qual é o verbo que os guia e não se manifesta.
nas ruas, miseras ruas, da cidade sorriso que já banguela
das bofetadas e batidas de corações pedra hoje perde seu brilho
por não ver o doce sorriso ainda que sem dentes mas manifesto
de seu riso perfeito de dia ensolarado.
domingo, 22 de dezembro de 2013
Aves-marias
Sabe-se do mundo um terço
Rezado as aves-marias aos avessos
Contados os pais-nossos do mundo onde pereço
A Luz não vem em sintonia com o vento
Esta em plena sincronia com o terço em que pereço
E me submeto a mais uma vez rezar.
quarta-feira, 24 de julho de 2013
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Sonho
Portas abertas para o sonho passar,
Vai encontrar o refugio no espaço em que se
ira realizar.
Atravessa os becos escuros da incerteza,
Navega nos mares calmos e fundos do medo,
Adormece, um sono breve, não há tempo.
Recomeça ao relento,
No frio de um inverno gelado,
Que parece nunca passar.
Respira a força das arvores sem flor
Que neste momento adormecem o seu amor.
Vaga pelo caminho
O horizonte a vista ,
Respira a nova conquista.
É primavera,
O sol começa a brilhar.
Vaga mais leve
Para encontrar seu habitat.
Vai mais longe
Corre em sua direção
O sol ofusca sua visão é forte demais o seu
clarão,
E quando menos espera chega o verão
E no mesmo lugar,
Onde outros também habitarão.
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