página inscrita
no interno cerne.
da Luz muito se encontra
e muito pouco se enxerga.
nada existe sem forma
apenas contornos.
livros, páginas escritas,
histórias contadas e esquecidas.
parágrafos mil, dois mil
sem mil...
páginas em branco
mais belo presente.
nasce a vida,
a história, o momento.
a caneta se mostra
e modifica a essência.
da brancura tornando-a
forma...
sábado, 20 de outubro de 2012
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
As vezes
As vezes sentimos um vazio,
uma percepção estranha
e, diferente demais para ser a verdade.
As vezes sentimos como se não existíssemos,
como se o mundo girasse sem nós,
e percebemos que estamos estáticos, mas móveis.
As vezes percebemos que certas atitudes,
de pessoas diferentes, dizem a mesma coisa,
que somos meros vivificadores do mundo.
As vezes percebemos que mais que se lute,
por mais que a batalha dure longos anos,
está luta por mais controversa que for o resultado a vencemos.
As vezes olhamos para todos os lados
e não damos conta que a coisa mais importante
está intrínseca em nosso peito.
As vezes olhamos para dentro e esquecemos o de fora
e sem lembrar do que está ao nosso lado
acabamos por perder aqueles que mais amamos.
uma percepção estranha
e, diferente demais para ser a verdade.
As vezes sentimos como se não existíssemos,
como se o mundo girasse sem nós,
e percebemos que estamos estáticos, mas móveis.
As vezes percebemos que certas atitudes,
de pessoas diferentes, dizem a mesma coisa,
que somos meros vivificadores do mundo.
As vezes percebemos que mais que se lute,
por mais que a batalha dure longos anos,
está luta por mais controversa que for o resultado a vencemos.
As vezes olhamos para todos os lados
e não damos conta que a coisa mais importante
está intrínseca em nosso peito.
As vezes olhamos para dentro e esquecemos o de fora
e sem lembrar do que está ao nosso lado
acabamos por perder aqueles que mais amamos.
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Céu azul
Levaste meu céu azul embora
Gotas gélidas da chuva
Da cidade cinza e escura
Me fazem retomar a doce lembrança
Do azul celeste que acima da minha cabeça estava.
Azul com suas poucas nuvens
E o calor aconchegante de seus braços a me esquentar
Agora nem você,
nem a chuva,
e tão pouco o céu azul
em minhas mãos estão
Apenas me resta o frio da cidade luz.
Gotas gélidas da chuva
Da cidade cinza e escura
Me fazem retomar a doce lembrança
Do azul celeste que acima da minha cabeça estava.
Azul com suas poucas nuvens
E o calor aconchegante de seus braços a me esquentar
Agora nem você,
nem a chuva,
e tão pouco o céu azul
em minhas mãos estão
Apenas me resta o frio da cidade luz.
sábado, 8 de setembro de 2012
Trilhas
Sou fumaça que desembaraça o laço
Munido de espasmos a vida sopra
Para fora o enlaço encoberto
Despertando a retina
Que em sua pura primazia se envolve
Desenhando a pureza na leveza do passo
Caminhando sobre pedras escorregadias
De tão belas e lapidadas
Em desenhos brilhantes e singelos
Sem mascaras ou véus
Apenas a pureza e o brilho da raridade dos caminhos...
Munido de espasmos a vida sopra
Para fora o enlaço encoberto
Despertando a retina
Que em sua pura primazia se envolve
Desenhando a pureza na leveza do passo
Caminhando sobre pedras escorregadias
De tão belas e lapidadas
Em desenhos brilhantes e singelos
Sem mascaras ou véus
Apenas a pureza e o brilho da raridade dos caminhos...
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Respiro
Novamente ar entra em meus pulmões
frequentemente se ausenta
e dá lugar a dor
manifestada na escrita.
Respiro a pureza que inebria
que traz a leveza da alma
que em passos rápidos
são vistos.
Respiro o ar que me cerca
com seu peso incomensurável
com pessoas e seus pequenos limites,
medos bobos que atravancam a Verdade.
Respiro enfim o que sou,
fluo como ar que tenho
em meus pulmões
libertando aquilo que
bem não traz.
frequentemente se ausenta
e dá lugar a dor
manifestada na escrita.
Respiro a pureza que inebria
que traz a leveza da alma
que em passos rápidos
são vistos.
Respiro o ar que me cerca
com seu peso incomensurável
com pessoas e seus pequenos limites,
medos bobos que atravancam a Verdade.
Respiro enfim o que sou,
fluo como ar que tenho
em meus pulmões
libertando aquilo que
bem não traz.
sábado, 11 de agosto de 2012
Escuridão
a flor da pele
o arrepio inconstante
de se sentir o frio que não é visto
que temeroso se torna
por não ser realmente bom
o fim se torna longo
a luz não brilha
e o medo se torna concreto
pulsa-se o despertar da Luz
mas parece nunca chegar
a hora de explodir e novamente reluzir
não me sinto, me desconfigurei
é como se a minha ausência se fizesse estática
sem previsão de retorno
mas enfim um telefonema
poucas palavras ditas
muitas sentidas
e percebo
que a força que julgo não ter
é a que realmente tenho
o inverso do começo
Luz, Virtude e Verdade
Aquele que realmente é retorna
e novamente a paz...
o arrepio inconstante
de se sentir o frio que não é visto
que temeroso se torna
por não ser realmente bom
o fim se torna longo
a luz não brilha
e o medo se torna concreto
pulsa-se o despertar da Luz
mas parece nunca chegar
a hora de explodir e novamente reluzir
não me sinto, me desconfigurei
é como se a minha ausência se fizesse estática
sem previsão de retorno
mas enfim um telefonema
poucas palavras ditas
muitas sentidas
e percebo
que a força que julgo não ter
é a que realmente tenho
o inverso do começo
Luz, Virtude e Verdade
Aquele que realmente é retorna
e novamente a paz...
terça-feira, 31 de julho de 2012
Hora
Chegou a hora
Em que só o que resta
É esperar
Olhar para frente
Sonhar o futuro
Querer com toda a força
Aquilo que o desejo mostra
Desfiz planos, comecei sonhos
Vivi novos, parei de viver
Em estado estático o dia começa
Mas o que tenho é a força
Para no elástico dos meus olhos
Esticar e desmembrar a força que retrai
O parado não me seduz
Me acostumei a não ser assim
Agora o agir é a razão
Em que só o que resta
É esperar
Olhar para frente
Sonhar o futuro
Querer com toda a força
Aquilo que o desejo mostra
Desfiz planos, comecei sonhos
Vivi novos, parei de viver
Em estado estático o dia começa
Mas o que tenho é a força
Para no elástico dos meus olhos
Esticar e desmembrar a força que retrai
O parado não me seduz
Me acostumei a não ser assim
Agora o agir é a razão
Assinar:
Postagens (Atom)