terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Aqui neste lugar onde não me reconheço Surpreendendo-me ao saber que tal sentimento Não é exclusivo meu, Mas sim compartilhado por aquele que amo Neste carnaval em que um novo ciclo se inicia Aquela velha sensação, incomoda sensação De impotência, de não saber o que fazer Nem qual é o passo mais seguro Ou o caminho mais lúcido a perseguir Unidade perene está Porém a confusão humana não cessa E a luz esperada não vem
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Retrato
Aqui num mundo onde não me reconheço
Tento me conhecer, mas é apenas névoa que aparece
A Luz só aparece quando os olhos se fecham?
Ou Ela está em tudo ao redor, mas não sei ve-lá?
Ela aparece nos sonhos,
Escuto-a difusamente e quando a sigo
Não a vejo mais pois está em tudo
Os olhos se abrem e sim continua a vê-lá
Mas de maneira diferente
Não mais fluida
Mas condensada naquilo que foi criado
Para servir de retrato
Daquele que É
Tento me conhecer, mas é apenas névoa que aparece
A Luz só aparece quando os olhos se fecham?
Ou Ela está em tudo ao redor, mas não sei ve-lá?
Ela aparece nos sonhos,
Escuto-a difusamente e quando a sigo
Não a vejo mais pois está em tudo
Os olhos se abrem e sim continua a vê-lá
Mas de maneira diferente
Não mais fluida
Mas condensada naquilo que foi criado
Para servir de retrato
Daquele que É
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Hoje
Neste tempo em que a bobagem é constante
Hoje onde o certo é separar e não unir
Aqui neste tempo onde desconfigurar é a ordem
Seremos apenas meros espectadores?
Ou seremos como lá em tempos antigos,
Mais precisamente na antiguidade,
Onde os sábios eram aqueles que conheciam
Não apenas o próprio umbigo
Mas as verdades de todas as ciências?
Os questionamentos de todos os detalhes juntos
Minuciosamente a filsofia cresceu
O conhecimento cresceu
E hoje as mentes individuais se contrairam
Pensando apenas ser capaz
De montar um quebra-cabeça peça por peça
E descrever aquilo que todos já vêem
Seremos espectadores ou atuantes nesta névoa?
Névoa que encobre nossa face
E empalidece os olhos
Que não tem mais brilho
Por apenas poderem tomar
Uma atitude de cada vez
E ter apenas, necessariamente, por ser "incapaz"
Um foco em cada tempo
Hoje onde o certo é separar e não unir
Aqui neste tempo onde desconfigurar é a ordem
Seremos apenas meros espectadores?
Ou seremos como lá em tempos antigos,
Mais precisamente na antiguidade,
Onde os sábios eram aqueles que conheciam
Não apenas o próprio umbigo
Mas as verdades de todas as ciências?
Os questionamentos de todos os detalhes juntos
Minuciosamente a filsofia cresceu
O conhecimento cresceu
E hoje as mentes individuais se contrairam
Pensando apenas ser capaz
De montar um quebra-cabeça peça por peça
E descrever aquilo que todos já vêem
Seremos espectadores ou atuantes nesta névoa?
Névoa que encobre nossa face
E empalidece os olhos
Que não tem mais brilho
Por apenas poderem tomar
Uma atitude de cada vez
E ter apenas, necessariamente, por ser "incapaz"
Um foco em cada tempo
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Agora
Com os pés presos neste mundo
Onde a luz se vai a cada anoitecer
Trazendo aos olhos o infinito de fora
O que algum dia foi ou que ainda é
Olhamos para o alto e vemos o passado
Olhamos o espelho e enxergamos o presente
Fechamos os olhos e nos sonhos vemos
Aquele nosso tão esperado futuro
Que nos remete a questões que não nos são competentes
Trazendo os insides necessários para a humanidade ser
Onde a luz se vai a cada anoitecer
Trazendo aos olhos o infinito de fora
O que algum dia foi ou que ainda é
Olhamos para o alto e vemos o passado
Olhamos o espelho e enxergamos o presente
Fechamos os olhos e nos sonhos vemos
Aquele nosso tão esperado futuro
Que nos remete a questões que não nos são competentes
Trazendo os insides necessários para a humanidade ser
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
De noite
Noite escura
De pensamentos negros
A luz não se projeta
Pois não há
O que se resume é a dor
A falta de cor e brilho
O contraste dos olhos vivos
No espelho o negrume que a alma reluz
O peso nos ombros sentido
Demostram a preocupação daquilo pensado
Pensamento correu em busca de luz
A atitude pequena não foi vista
Inexistente no contexto
Então só resta ao tranzeunte
Deste mundo
Adormecer sem sentido
De pensamentos negros
A luz não se projeta
Pois não há
O que se resume é a dor
A falta de cor e brilho
O contraste dos olhos vivos
No espelho o negrume que a alma reluz
O peso nos ombros sentido
Demostram a preocupação daquilo pensado
Pensamento correu em busca de luz
A atitude pequena não foi vista
Inexistente no contexto
Então só resta ao tranzeunte
Deste mundo
Adormecer sem sentido
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Aqui, Ali e Lá
Aqui onde a matéria se expõe
As verdades intrinsecas
Não se tornam tão expostas
Aqui onde as dúvidas correm e recorrem
Sem saber que o que fazemos já está pronto
Ali onde a Verdade está
Aqui Ela está, mas não a reconhecemos
Facilmente aqui nos perdemos
Caminhos são muitos mas ali está o mais certo possível
Aqui nada se edita
Solidifica-se tornando matéria inerente
Trazendo o mais puro
Para aqueles que não conseguem expressar
Pois Aquilo que Ali reside e Aqui se manisfesta
Só pode ser encontrado Lá
Onde por si mesmo você precisa encontrar
As verdades intrinsecas
Não se tornam tão expostas
Aqui onde as dúvidas correm e recorrem
Sem saber que o que fazemos já está pronto
Ali onde a Verdade está
Aqui Ela está, mas não a reconhecemos
Facilmente aqui nos perdemos
Caminhos são muitos mas ali está o mais certo possível
Aqui nada se edita
Solidifica-se tornando matéria inerente
Trazendo o mais puro
Para aqueles que não conseguem expressar
Pois Aquilo que Ali reside e Aqui se manisfesta
Só pode ser encontrado Lá
Onde por si mesmo você precisa encontrar
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Luzes
Ali onde as luzes piscam
Clareando o tempo
Mostrando aos espectadores
Que o resurgimento das vontades
Presentes ainda mais fortes
Motivados por força nova
Espírito puro
As cores tomando seus sentidos figurativos
Assim a felicidade e companherismo
Que une e entrelaça os pensares
Com seus tons de paz, amor e por fim felicidade
Explode-se o ar contraído em um recipiente
Transparente que transmite apenas o tom do líquido
Que ao ser brindado borbulha a alegria
De mais um reveillon
Clareando o tempo
Mostrando aos espectadores
Que o resurgimento das vontades
Presentes ainda mais fortes
Motivados por força nova
Espírito puro
As cores tomando seus sentidos figurativos
Assim a felicidade e companherismo
Que une e entrelaça os pensares
Com seus tons de paz, amor e por fim felicidade
Explode-se o ar contraído em um recipiente
Transparente que transmite apenas o tom do líquido
Que ao ser brindado borbulha a alegria
De mais um reveillon
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