Me desfaço do padrão
que não existe em meu pensar.
Padrão simétrico e ritmico
que nunca me deixa falhar.
Me permito me desfazer das amarras
do nunca sonhar.
Minha liberdade agora impera
e, também, seu eterno fadar.
Fardo que carrego com graça
de ser menina de alma e velho no falhar.
Falho porque a perfeição
é o que vim buscar.
Busco e esta busca é insistente
e descontrolada pro meu velho
e eterno destonar.
quarta-feira, 7 de maio de 2014
sexta-feira, 2 de maio de 2014
terça-feira, 29 de abril de 2014
Não à poesia
Não gosta de poesia?
Não faço porque gostas ou não,
Faço apenas por amar o que faço
e ao amá-la sorrio insistentemente.
Não gosta de poesia?
Vai com gosto pela vida e
deturpe a beleza que te instiga.
Não gosta de poesia?
Perdes grande parte da sua vida
que dela faz.
Não acredita? Então, poesia-a?
Não faço porque gostas ou não,
Faço apenas por amar o que faço
e ao amá-la sorrio insistentemente.
Não gosta de poesia?
Vai com gosto pela vida e
deturpe a beleza que te instiga.
Não gosta de poesia?
Perdes grande parte da sua vida
que dela faz.
Não acredita? Então, poesia-a?
domingo, 27 de abril de 2014
Mudança
Hoje o céu se abre
e carrega para si uma enfermidade.
Traz a cura em bandeja de ouro
e com ela a felicidade.
Cicatriza aquilo que ficou
com o fogo santo do amor
que sempre reinou.
Encontrou-se a morada da paz
para desfrutar em todos os seus lados
como sempre se buscou.
O amor, o maior do mundo, repousou
silenciou de seu desespero e enfim
adormeceu.
Dormiu seu sono profundo
para acordar naquilo que de novo nasceu.
Não é pedra, não é ar,
é a pureza em cada tilintar.
O sorriso, só expressão interna
do imenso verbo amar.
e carrega para si uma enfermidade.
Traz a cura em bandeja de ouro
e com ela a felicidade.
Cicatriza aquilo que ficou
com o fogo santo do amor
que sempre reinou.
Encontrou-se a morada da paz
para desfrutar em todos os seus lados
como sempre se buscou.
O amor, o maior do mundo, repousou
silenciou de seu desespero e enfim
adormeceu.
Dormiu seu sono profundo
para acordar naquilo que de novo nasceu.
Não é pedra, não é ar,
é a pureza em cada tilintar.
O sorriso, só expressão interna
do imenso verbo amar.
quinta-feira, 24 de abril de 2014
Ou
Não bebo o vinho,
Não sou de pedra,
Humano sou e
Humano sei aonde vou.
Não tenho lírio,
Nem a fera
Tenho aquilo que sou
e o caminho pra onde vou.
Não tenho silo,
Não tenho terra,
onde o bem foi plantado
é onde estou.
Não tenho medo,
Nem a espera
Faço aquilo que
minha voz soou.
Não quero ter eu só quero ser
e eu sou ...
Não sou de pedra,
Humano sou e
Humano sei aonde vou.
Não tenho lírio,
Nem a fera
Tenho aquilo que sou
e o caminho pra onde vou.
Não tenho silo,
Não tenho terra,
onde o bem foi plantado
é onde estou.
Não tenho medo,
Nem a espera
Faço aquilo que
minha voz soou.
Não quero ter eu só quero ser
e eu sou ...
Sou EU
Sigo por todos os lugares,
procurando a essêcia que sou.
Trajeto incerto que percorro,
mas sei pra onde vou.
Caminho pelos passos que me guiam,
e some meu eu, evaporou.
Saio da nuvens do desasossego,
me deixo e encontro aquilo que verdadeiramente sou.
procurando a essêcia que sou.
Trajeto incerto que percorro,
mas sei pra onde vou.
Caminho pelos passos que me guiam,
e some meu eu, evaporou.
Saio da nuvens do desasossego,
me deixo e encontro aquilo que verdadeiramente sou.
segunda-feira, 21 de abril de 2014
Aguentaria ?
Por que não me aguentaria
se meu verbo não é estático e
nem parasita do mundo que me rodeia?
Por que não me aguentaria
se minha voz sempre cala minha euforia
desmedida de meus propósitos humanos?
Por que não me aguentaria
se sou todo espectro e manifesto
de outra terra?
Por que não me aguentaria
por saber que aqui não vim ficar
e, logo, vou sair pra não mais voltar?
se meu verbo não é estático e
nem parasita do mundo que me rodeia?
Por que não me aguentaria
se minha voz sempre cala minha euforia
desmedida de meus propósitos humanos?
Por que não me aguentaria
se sou todo espectro e manifesto
de outra terra?
Por que não me aguentaria
por saber que aqui não vim ficar
e, logo, vou sair pra não mais voltar?
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