Aqui, onde mais um umbral é visto por trás,
encontra-se o caminho mais sincero a seguir.
Escolhas se perderam e não fizeram sentido algum,
porém o sonho continua e as ações também.
Ando em meio ao novo,
desconhecido e ainda disforme e destonante,
mas sei que passada a porta a luz aparece,
e reanima a visão.
Tens esse poder, oh destino cego,
traz aquilo importante mesmo sem saber o que.
Traz a manifestação contrária à minha vontade,
mas assim novas oportunidades serão agregadas.
Trouxe uma discórdia que reinou por 2 ou 3 segundos
e logo caiu,
pois sei que existem planos maiores do que o meu humano desejo.
Sem nexo ou pretexto encerro o comentário de mais uma fase ultrapassada...
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Revolta
fazemos-nos objeto de uma sociedade medíocre
em que o povo cada qual mais alienado se torna.
formando a consciência de um país babaca
cheio de corrupção e descaso
vivemos em um lugar onde a lei é furada,
onde existem mais buracos e mazelas penetráveis.
perversas mentes nos governam,
individualização desacerbada fronte a fronte,
olhos com olhos se cruzam
em uma estática burrice populacional.
politica não é feita sem sociedade consciente do seu poder.
a soberania é nossa,
as matas são nossas,
a língua nossa.
então o que falta para nos desacomodar e acordar?
é necessário um empurrãozinho de uma montanha de merda para acordar
Então vamos lá!!!!!
em que o povo cada qual mais alienado se torna.
formando a consciência de um país babaca
cheio de corrupção e descaso
vivemos em um lugar onde a lei é furada,
onde existem mais buracos e mazelas penetráveis.
perversas mentes nos governam,
individualização desacerbada fronte a fronte,
olhos com olhos se cruzam
em uma estática burrice populacional.
politica não é feita sem sociedade consciente do seu poder.
a soberania é nossa,
as matas são nossas,
a língua nossa.
então o que falta para nos desacomodar e acordar?
é necessário um empurrãozinho de uma montanha de merda para acordar
Então vamos lá!!!!!
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Caminho
No movimento inconstante da vida,
Modificamos fisionomias e vistas,
Buscamos sempre a sintonia
Aliada com a harmonia.
Traçamos trajetos incertos,
Como riscos no papel,
Linhas retas, quase nunca,
Mas somente elas não bastariam.
Buscamos contrastes,
Mesmo em retidão,
Buscamos a mudança,
Querendo os pés no chão.
Enfrentamos obstáculos,
Sempre tendo as armas em mãos.
Caminhantes somos,
Querendo tudo com direção.
sábado, 20 de outubro de 2012
Forma
página inscrita
no interno cerne.
da Luz muito se encontra
e muito pouco se enxerga.
nada existe sem forma
apenas contornos.
livros, páginas escritas,
histórias contadas e esquecidas.
parágrafos mil, dois mil
sem mil...
páginas em branco
mais belo presente.
nasce a vida,
a história, o momento.
a caneta se mostra
e modifica a essência.
da brancura tornando-a
forma...
no interno cerne.
da Luz muito se encontra
e muito pouco se enxerga.
nada existe sem forma
apenas contornos.
livros, páginas escritas,
histórias contadas e esquecidas.
parágrafos mil, dois mil
sem mil...
páginas em branco
mais belo presente.
nasce a vida,
a história, o momento.
a caneta se mostra
e modifica a essência.
da brancura tornando-a
forma...
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
As vezes
As vezes sentimos um vazio,
uma percepção estranha
e, diferente demais para ser a verdade.
As vezes sentimos como se não existíssemos,
como se o mundo girasse sem nós,
e percebemos que estamos estáticos, mas móveis.
As vezes percebemos que certas atitudes,
de pessoas diferentes, dizem a mesma coisa,
que somos meros vivificadores do mundo.
As vezes percebemos que mais que se lute,
por mais que a batalha dure longos anos,
está luta por mais controversa que for o resultado a vencemos.
As vezes olhamos para todos os lados
e não damos conta que a coisa mais importante
está intrínseca em nosso peito.
As vezes olhamos para dentro e esquecemos o de fora
e sem lembrar do que está ao nosso lado
acabamos por perder aqueles que mais amamos.
uma percepção estranha
e, diferente demais para ser a verdade.
As vezes sentimos como se não existíssemos,
como se o mundo girasse sem nós,
e percebemos que estamos estáticos, mas móveis.
As vezes percebemos que certas atitudes,
de pessoas diferentes, dizem a mesma coisa,
que somos meros vivificadores do mundo.
As vezes percebemos que mais que se lute,
por mais que a batalha dure longos anos,
está luta por mais controversa que for o resultado a vencemos.
As vezes olhamos para todos os lados
e não damos conta que a coisa mais importante
está intrínseca em nosso peito.
As vezes olhamos para dentro e esquecemos o de fora
e sem lembrar do que está ao nosso lado
acabamos por perder aqueles que mais amamos.
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Céu azul
Levaste meu céu azul embora
Gotas gélidas da chuva
Da cidade cinza e escura
Me fazem retomar a doce lembrança
Do azul celeste que acima da minha cabeça estava.
Azul com suas poucas nuvens
E o calor aconchegante de seus braços a me esquentar
Agora nem você,
nem a chuva,
e tão pouco o céu azul
em minhas mãos estão
Apenas me resta o frio da cidade luz.
Gotas gélidas da chuva
Da cidade cinza e escura
Me fazem retomar a doce lembrança
Do azul celeste que acima da minha cabeça estava.
Azul com suas poucas nuvens
E o calor aconchegante de seus braços a me esquentar
Agora nem você,
nem a chuva,
e tão pouco o céu azul
em minhas mãos estão
Apenas me resta o frio da cidade luz.
sábado, 8 de setembro de 2012
Trilhas
Sou fumaça que desembaraça o laço
Munido de espasmos a vida sopra
Para fora o enlaço encoberto
Despertando a retina
Que em sua pura primazia se envolve
Desenhando a pureza na leveza do passo
Caminhando sobre pedras escorregadias
De tão belas e lapidadas
Em desenhos brilhantes e singelos
Sem mascaras ou véus
Apenas a pureza e o brilho da raridade dos caminhos...
Munido de espasmos a vida sopra
Para fora o enlaço encoberto
Despertando a retina
Que em sua pura primazia se envolve
Desenhando a pureza na leveza do passo
Caminhando sobre pedras escorregadias
De tão belas e lapidadas
Em desenhos brilhantes e singelos
Sem mascaras ou véus
Apenas a pureza e o brilho da raridade dos caminhos...
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